Amado Irmãoª Paz e Bem da parte de Nosso Senhor Jesus Cristo! Seja bem vindo ao Blog do Grupo de Oração Imaculado Coração de Maria de Jardim do Vale - Vila Velha/ES. Louvor e Oração todas as segundas-feiras a partir das 19:00h na Igreja Santa Terezinha do Menino Jesus, Paróquia Nª Sª da Conceição Aparecida de Cobilândia... Fique com Deus e o Amor de Maria.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

COMO OS APÓSTOLOS MORRERAM



Os doze discípulos - apóstolos eram homens comuns a quem Jesus de Nazaré usou de maneira extraordinária. Pescadores, cobradores de impostos, pastores... O martírio dos apóstolos foi anunciado por Jesus:


- “Por isso, diz também a sabedoria de Deus: Profetas e apóstolos lhes mandarei; e eles matarão uns e perseguirão outros” (Lucas 11.49).


- “E até pelos pais, e irmãos, e parentes, e amigos sereis entregues; e matarão alguns de vós. E de todos sereis odiados por causa do meu nome” (Lucas 21.16-17).


- “Se a mim me perseguiram também vos perseguirão a vós... mas tudo isso vos farão por causa do meu nome” (João 15.19-20).


- “Eis que vos envio como ovelhas ao meio de lobos... eles vos entregarão aos sinédrios e vos açoitarão nas suas sinagogas, e sereis conduzidos à presença dos governadores e dos reis, por causa de mim...” (Mateus 10.16-18).


Esta palavra diz respeito, também, aos crentes de um modo geral. Ainda hoje, anualmente, milhares são martirizados em todo o mundo. Com relação aos sofrimentos e martírio de Paulo, Jesus revelou: “Eu lhe mostrarei quanto deve padecer pelo meu nome” (Atos 9.16). Abro um parêntesis para uma reflexão: o Evangelho pregado em nossas igrejas inclui a possibilidade de sofrimento por amor a Cristo, ou anunciamos somente prosperidade, fartura, longevidade e saúde? Será que poderíamos fazer o que eles fizeram? Será que os atuais fiéis cristãos propagam a mensagem de Jesus de Nazaré da mesma forma que os 12 apóstolos fizeram?


Conheçamos um pouco o chamado dos apóstolos e vejamos como eles morreram:


MATEUS
Após a ressurreição de CRISTO, ele passou a pregar para os judeus. Fez do seu próprio país seu campo missionário. Apesar disso, morreu na Etiópia, como mártir.Era também chamado de Levi. Cobrador de impostos (, classe muito odiada na época de Jesus, por cobrarem impostos dos judeus para serem entregues às autoridade romanas) nos domínios de Herodes Antipas, em Cafarnaum (Marcos 2.14; Mateus 9.9-13; 10.3; Atos 1.13). Percorreu a Judéia, Etiópia e Pérsia, pregando e ensinando. Há várias versões sobre a sua morte. Teria morrido à espada na cidade de Etiópia.


ANDRÉ
Esse apóstolo era filho de um pescador da Galiléia de nome Jonas e era irmão de Pedro. Ele vivia em Cafarnaum e era um seguidor de São João Batista antes de ser apresentado a Jesus. Ao vê-lo, reconheceu-o imediatamente como sendo o Messias, e foi o seu primeiro apóstolo. Conta a Lenda que foi para a Grécia e pregou na província de Acaia (província romana que, com a Macedônia, formava a Grécia). Ali se tornou mártir e foi crucificado numa cruz em forma de xis (não foi pregado) para que seu sofrimento se prolongasse. Foi crucificado e da cruz pregou ao povo até morrer. Séculos mais tarde, seus restos mortais foram levados para Escócia. O navio que os transportava naufragou em uma baía que assim foi denominado a Baía de Santo André. André pregou na Grécia e Ásia Menor.  Foi discípulo de João Batista, de quem ouviu a seguinte afirmação sobre Jesus: “Eis aqui o Cordeiro de Deus”. André comunicou as boas notícias ao seu irmão Simão Pedro: “Achamos o Messias” (João 1.35-42; Mateus 10.2).


FILIPE
Natural de Betsaida, cidade de André e Pedro. Um dos primeiros a ser chamado por Jesus, a quem trouxe seu amigo Natanael (João 1.43-46). Diz-nos Policrates, um cristão que foi Bispo de Éfeso durante o séc. II, que Filipe foi para a Ásia e foi sepultado em Hierápolis. Pregou na Frígia e morreu como mártir em Hierápolis. Foi enforcado de encontro a um pilar em Hierápolis (Frígia, Ásia Menor).


BARTOLOMEU
As fontes da Igreja Primitiva são muito confusas quanto a este apóstolo. Diz a lenda que ele foi morto a chicotadas e seu corpo foi colocado num saco, atado e jogado ao mar.  Tem sido identificado com Natanael. Natural de Caná da Galiléia. Recebeu de Jesus uma palavra edificante: “Eis aqui um verdadeiro israelita, em quem não há dolo” (Mateus 10.3; João 1.45-47) Exerceu seu ministério na Anatólia, Etiópia, Armênia, Índia e Mesopotâmia, pregando e ensinando. Foi esfolado vivo e crucificado de cabeça para baixo. Outros dizem que teria sido golpeado até a morte.


SIMÃO
Seu passado também é muito obscuro, mesmo durante a vida de CRISTO. Existe uma teoria que, por ele ser do partido dos Zelotes e todos os partidários foram massacrados por Roma em 70 d.C.; quando os Zelotes tomaram Jerusalém. O Zelotes foi crucificado. Dos seus atos como apóstolo nada se sabe. Está incluído na lista dos doze, em Mateus 10.4, Marcos 3.18, Lucas 6.15 e Atos 1.13. Julga-se que morreu crucificado.


TIAGO MENOR
Pregou na Palestina e no Egito, sendo ali crucificado. Filho de Alfeu (Mateus 10.3). Missionário na Palestina e no Egito. Segundo a tradição, martirizado provavelmente no ano 62. Escreveu uma das epístolas bíblicas. Foi precipitado de um pináculo do templo de Jerusalém ao solo; a seguir, foi atacado por se recusar a denunciar os cristãos, sendo apedrejado até a morte, por ordem do sumo sacerdote Ananias.


JUDAS TADEU
Foi quem, na última ceia, perguntou a Jesus: "Senhor, por que te manifestarás a nós e não ao mundo?" (João 14, 22-23). Nada se sabe da vida de Judas Tadeu depois da ascensão de Jesus. É autor de uma das cartas do Novo Testamento (Carta de Judas). Diz à tradição que pregou o Evangelho na Mesopotâmia, E dessa, Arábia, Síria e também na Pérsia, onde foi martirizado juntamente com Simão, o Zelote.


JUDAS
Filho de Simão Escariotes. Ele traiu a Jesus por trinta peças de prata, enforcando-se um dia após entregar Jesus às autoridades judaicas. Tirou sua vida e não acreditou no perdão de Deus. (Mateus 26,14-16; 27:3-5). Vemos duas interpretações para o seu ato: Que ele se enforcou e em outro relato que ele se atirou (Atos 1:18), todavia, Judas perdeu sua vida.


PEDRO
O Primeiro do grupo dos Apóstolos. Pescador, natural de Betsaida. Confessou que Jesus era “o Cristo, o Filho do Deus vivo” (Mateus 16.16). Foi testemunha da Transfiguração (Mateus 17.1-4). Negou Jesus três vezes, mas se arrependeu e entendeu seu verdadeiro chamado. Seu primeiro sermão foi no dia de Pentecostes. Segunda a tradição, sua, por volta do ano 68 d.C., em Roma, a durante a perseguição de Nero aos cristãos, sofreu martírio. Pregou entre os judeus chegando até a Babilônia, esteve em Roma, onde foi crucificado. Pediu para ser crucificado de cabeça para baixo, por achar-se indigno de morrer na mesma posição que seu mestre Jesus de Nazaré. Assim, morreu sufocado com seu próprio sangue.


TIAGO MAIOR
Natural de Betsaida da Galiléia, pescador (Mateus 4.21; 10.2). Filho de Zebedeu e irmão do também apóstolo João. Eram chamados de Filhos do Trovão, por Jesus. Ele sofreu martírio em 44 d.C., quando Herodes Agripa mandou prender Pedro. Foi decapitado em Jerusalém. Foi o primeiro dos apóstolos a morrer pela fé. A partir dos séculos passou a ser venerado na península Ibérica, sendo o grande protetor contra os mouros (árabes/muçulmanos). A Espanha tornou-o seu patrono, Santiago de Compostela, onde, até hoje, é reverenciado como padroeiro. Sua devoção avançou para a América com as Grandes Navegações e, até hoje, ele é muito cultuado no Chile, México, Peru...


JOÃO
Pescador, filho de Zebedeu (Mateus 4.21 O único que permaneceu perto da cruz - João 19.26-27). Era irmão de Tiago Maior.  O primeiro a crer na ressurreição de Cristo (João 20.1-10). Foi o que viveu mais tempo. Liberto da Ilha de Patmos pelo Imperador Nerva (96 d.C.), regressou a Éfeso e teve morte natural em idade bem avançada. O apóstolo que recebeu de Jesus a missão de cuidar de Maria. “O discípulo que Jesus amava” (João 13.23). A tradição relata que João residiu na região de Éfeso, onde fundou várias igrejas. Na ilha de Patmos, no mar Egeu, para onde foi desterrado, teve as visões referidas no Apocalipse (Ap 1.9). Após sua libertação teria retornado a Éfeso. Foi metido numa caldeira de azeite a ferver, em Roma, mas escapou ileso.Teve morte natural com idade de 100 anos aproximadamente.


TOMÉ
Dizem que trabalhou na Índia. Outros que nos arredores da Pérsia. A seita "Cristãos Malabores de São Tomé" o considera seu primeiro líder e mártir; alguns historiadores dizem que morreu a flechadas enquanto orava. Só acreditou na ressurreição de Jesus depois que viu as marcas da crucificação (João 20.25). Segundo a tradição, sua obra de evangelização se estendeu à Pérsia (Pártia) e Índia. Consta que seu martírio se deu por ordem do rei de Milapura, na cidade indiana de Madras, no ano 53 da era cristã.


PAULO
Ele não conviveu com Jesus; nem por isso deixou de ser mais importante; pelo contrário, é considerado o responsável pela conversão dos povos gentios e até explanou com os demais apóstolos esta necessidade. Seu nome era Saulo, judeu, um cidadão romano, um soldado e chefe de uma guarnição romana. Perseguiu e matou inúmeros cristãos e, a caminho de uma cidade de Damasco, Deus falou com ele. A partir daquele dia sua vida mudou e seu nome passou a ser Paulo, aquele que é o menor entre todos. Pouco tempo depois já estava atuando com os discípulos.  Enfrentou uma rejeição no início, pois o viam ainda como um perseguidor,  mas o tempo foi o maior aliado, pois se tornou um dos primeiros missionários. Morreu como mártir sendo decapitado no mesmo ano de Pedro e pelo mesmo motivo, mas em ocasiões diferentes. Não era apóstolo oficialmente, pois não foi um dos escolhidos de Jesus, foi considerado apóstolo dos gentios por causa da sua grande obra missionária nos países gentílicos. Ele foi um dos primeiros a ver que não só os judeus poderiam ser batizados, mas todos: gregos, romanos, egípcios... Assim, ele acreditava que não só os judeus podiam ser batizados e se tornarem cristãos. Escreveu várias cartas para as localidades por onde passava. Foi decapitado em Roma por ordem do imperador Nero.


LUCAS
Era médico. Não conheceu Jesus pessoalmente. Recolheu inúmeros relatos (principalmente dos apóstolos) e escreveu seu Evangelho. Notamos uma linguagem mais rebuscada, com termos relatos mais profundos. Vemos uma atenção especial para com a infância de Jesus. Ele também escreveu o Ato dos Apóstolos. Foi enforcado em uma oliveira na Grécia.


 MATIAS
Escolhido para substituir Judas Iscariotes. Diz-se que exerceu seu ministério na Judéia, Alexandria e Macedônia. Teria sido martirizado na Etiópia.


TADEU
Não há relatos sobre a sua morte.


Fonte: http://www.catequisar.com.br/texto/colunas/juberto/13.htm


Obs.: O único apóstolo cuja morte está registrada na Bíblia é Tiago (Atos 12:2). O rei Herodes “fez Tiago passar a fio de espada” - aparentemente uma referência à decapitação. As circunstâncias das mortes dos outros apóstolos só podem ser conhecidas baseadas nas tradições da igreja; portanto não devemos dar muito crédito a nenhum desses relatos. A tradição da igreja mais aceita em relação à morte de um apóstolo é que o Apóstolo Pedro foi crucificado, de cabeça para baixo em uma cruz em forma de x, em Roma, cumprindo a profecia de Jesus (João 21:18). Estas (citadas) são as “tradições” mais populares a respeito das mortes dos outros apóstolos.

sábado, 23 de janeiro de 2010

Prof. Felipe Aquino fala sobre Depressão

Famílias com Selo de Qualidade

O Peso da Santidade - Monsenhor Jonas Abib

“O Senhor virá julgar a terra inteira, com justiça julgará”.


O verbo "julgar", na linguagem dos judeus, é o mesmo que o verbo "peneirar". Porque os judeus de início não tinham muitas ideias abstratas, as coisas eram sempre muito concretas e por isso também as suas palavras eram muito concretas. Eles eram um povo lutador, porque aquela terra era muito árida, pouquíssima água, muita pedra, muita areia e para sobreviverem, então, àquela terra era preciso muito firmeza, vértebra, e eles tinham esta firmeza. Por isso, justamente, as ideias e as palavras deles eram todas muito concretas e eles conheciam muito bem o verbo "peneirar", porque muitas vezes precisavam peneirar o grão de trigo e tantos outros cereais daquela região.

Quando eles pegavam o grão e peneiravam eles chamavam isso de "julgar", separar o bom do ruim, o que era sadio do que era estragado.

Baixe e ouça essa pregação

Imaginem o Senhor peneirando a terra inteira; não é mais grão. Ele não vai peneirar a terra, Ele vai peneirar gente, eu e você estamos na peneira de Deus. Isso não é uma hipótese, é uma certeza. O que for terrão, sujeira, impureza, Ele vai ter que colocar de lado, porque julgará com justiça e isso não quer dizer que o Senhor seja mau. Por exemplo, uma dona de casa que peneira o feijão e joga fora aquilo que não dá para alimentar, ela não está sendo injusta, ela está zelando pela comida e pela saúde de sua família. Você gostaria que sua mãe fizesse isso, deixasse aquele terrão junto com o feijão?

Meus irmãos, nós temos grandíssima probabilidade de ver o Senhor vindo em Sua glória para julgar a terra inteira. A nossa geração já tem todos os sinais de que isso pode acontecer, e se isso não acontecer nós já nos safamos e nos tornamos grãos peneirados.

Meus irmãos, todos nós: ou o Senhor vem ou nós vamos. E nessa hora o Senhor vai ver que grão somos nós. Ou sou um grão bom ou um terrão no meio do grão. Mas que beleza, estamos no tempo de nos transformarmos! Meu filho e minha filha, se você está vivendo como um terrão no meio do grão, no meio da Igreja, o Senhor está lhe dizendo que ou você vai ou Ele vem. Estamos no tempo de ser transformados de terrão em grão saudável, e a primeira coisa é reconhecer que somos um grão “carunchado” para que sejamos transformados em grão de verdade porque no céu só entra o que é grão saudável.

Quando você peneira o feijão, por exemplo, e depois o coloca na água, o feijão de verdade afunda porque tem peso, tem densidade. Deixa-me lhe dizer, meu filho: você precisa ter densidade, você precisa ter peso de santidade. O céu não é para os moles; eu sei que é difícil ser santo no mundo de hoje, mas eu preciso lhe dizer que o céu é para gente de vértebra.

(Trecho da pregação “O peso da santidade” de monsenhor Jonas Abib)

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

sábado, 16 de janeiro de 2010

As tentações de Jesus no deserto

Cristo enfrenta as tentações antes de iniciar Sua missão
 

Esse relato acontece num local típico das histórias bíblicas, o deserto. Assim como Moisés, que também o atravessou e enfrentou as tentações antes de chegar à Terra Prometida, da mesma forma, essas investidas do maligno são uma constante na trajetória da vida de Jesus.

Proclamado diversas vezes como Filho de Deus, antes de iniciar Sua missão, o Senhor enfrenta as tentações no deserto.

Ouça o Podcast.



Foto  
Denis Duarte
contato@denisduarte.com
Denis Duarte Especialista em Bíblia e Cientista da Religião.
www.denisduarte.com

sábado, 9 de janeiro de 2010

Seminário de Vida no Espírito


Vem Espírito Santo!!!

Seminário de Vida no Espírito On line é a adaptação para a Internet de um encontro que geralmente dura de dois a três dias consecutivos, onde são tratados vários temas kerigmáticos, como o Amor de Deus, pecado, salvação, fé, conversão, Senhorio de Jesus, vida em comunidade, etc., buscando uma experiência profunda do batismo no Espírito Santo.


Trazemos para vocês, em preparação para a Festa de Pentecostes, o conteúdo de cada pregação mais um vídeo sobre um Dom do Espírito Santo, pessoas diversas falando dos variados temas: Fortaleza, sabedoria, ciência, conselho, Piedade, Entendimento e Temor de Deus, também vamos ver os Dons Carismáticos. A introdução é feita por Dom Alberto Taveira, Arcebispo de Palmas no Tocantins, que nos convida, a receber o grande Dom do ressuscitado: O Espírito Santo! 

ORAÇÃO AO ESPÍRITO SANTO, DE PAULO VI.
Ó Espírito Santo dai-me um coração grande, aberto à vossa silenciosa e forte palavra inspiradora, fechado a todas as ambições mesquinhas, alheio a qualquer desprezível competição humana, compenetrado do sentido da santa Igreja!
Um coração grande, desejoso de se tornar semelhante ao coração do senhor Jesus!
Um coração grande e forte para amar todos, para servir a todos, para sofrer por todos!
Um coração grande e forte para superar todas as provações, todo tédio, todo cansaço, toda desilusão, toda ofensa!
Um coração grande e forte, constante até o sacrifício, Quando for necessário!
Um coração cuja felicidade é palpitar com o coração de Cristo e cumprir humilde, fiel e virilmente, a vontade do Pai. Amém.

Vem Espírito Santo!

Padre Luizinho,
Missionário Canção Nova.

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O Dom da Fortaleza

O dom da fortaleza, também chamado “dom da coragem“, imprime em nossa alma um impulso que nos permite suportar as maiores dificuldades e tribulações, e realizar, se necessário, atos sobrenaturalmente heróicos.
Quando falamos em virtudes heróicas, ninguém pense que só existe heroísmo quando enfrentamos grandes causas. Você faz grandes heroísmos lá no interior da sua casa, no dia-a-dia de sua vida. Veja bem que heroísmo imenso é o de uma mãe que suporta o vício do álcool do marido ou do filho! Às vezes por 10, 20, 40 anos enfrenta aquela dor, aquele sofrimento, por amor a Deus, por doação e caridade. Essa mãe tem o Dom da Fortaleza. O Dom da Fortaleza não é só para os mártires, os grandes confessores da fé. É para cada um de nós. Hoje vemos uma multidão caindo nas tentações. Pode estar faltando o Dom da Fortaleza em muita gente. Saber não cair na tentação, já é um sinal da força desse Dom.
Santa Teresinha nos fala do “heroísmo do pequeno”. A fidelidade às pequenas inspirações que Deus nos faz todo dia e toda hora é fruto do Dom da Fortaleza. Nós deixamos passar ótimas oportunidades quando pequenas cruzes, pequenos sofrimentos vão passando pela nossa vida e nós não os aproveitamos para uma resposta fiel a Deus. Vem um aborrecimento, uma pessoa nos causa feridas porque falou qualquer coisa contra nós. O que fazemos? Há duas respostas: Revidamos com palavras amargas, com evidente menosprezo, com inimizades, etc., ou fazemos de conta que nem ficamos sabendo, não nos importamos com aquilo, etc.. Como funcionou o Dom da Fortaleza? É claro, naquela hora que suportamos a ofensa. O heroísmo está aí. Aprendemos agora um dos caminhos que nos leva a santidade.
São poucas as pessoas que fazem por Deus e pelo próximo aquilo que poderiam fazer mais. Porque, não temos coragem de nos empenharmos em grandes obras. Imaginem o bem que poderíamos fazer se ainda não fôssemos tão comodistas. Paulo afirma: “Tudo posso naquele que me fortalece” (CF.FL. 4,13). E nos diz mais: pode suportar as maiores dificuldades e tribulações e praticar, se necessário, atos heróicos. “Não pelas suas qualidades pessoais, mas pelo dom da fortaleza que Deus lhe concedeu”. Carta aos coríntios, descrevendo as tribulações pelas quais passou por amor ao Senhor e à Igreja:
“Cinco vezes recebi dos judeus os quarenta açoites menos um. Três vezes fui flagelado com varas. Uma vez apedrejado. Três vezes naufraguei, uma noite e um dia passei no abismo. Viagens sem conta, exposto a perigos nos rios, perigos de salteadores, perigos da parte de meus concidadãos, perigos da parte dos pagãos, perigos na cidade, perigo no deserto, perigos no mar, perigos entre falsos irmãos! Trabalhos e fadigas, repetidas vigílias com fome e sede, freqüentes jejuns, frio e nudez! Além de outras coisas, a minha preocupação quotidiana, a solicitude por todas as Igrejas!” (II Cor 11,24-28).
Ao dom da Fortaleza se opõe à timidez, que é o temor desordenado, e também aquele comodismo que impede de caminhar, de querer dar grandes passos. Estacionamos numa espiritualidade medíocre, temos medo de tudo, de prejudicar a amizade, de descontentar alguém e vamos comodamente parando no caminho da perfeição.
Deixe seu comentário onde você mais precisa do Dom da Fortaleza? E seus pedidos de orações.

Daí-nos Senhor o Dom da Fortaleza no Espírito Santo!

Padre Luizinho,
Missionário Canção Nova.


Já aprendemos que os dons do Espírito Santo aperfeiçoam as virtudes. As virtudes abandonadas a si mesma não podem chegar a grandes alturas. A nossa razão, mesmo iluminada pela fé, é ainda imperfeita para perceber toda a realidade espiritual. Só os dons do Espírito Santo elevam o homem às alturas da própria dignidade.
O Dom do “Temor de Deus” aperfeiçoa a virtude da Esperança.
Há várias espécies de temores: o temor mundano, o temor servil a Deus e o temor filial a Deus. Destes, só o último é o Temor de Deus.
 
1)O temor humano é o medo que se sente com relação a criaturas ou situações mundanas. São temores humanos o medo de pessoas, como a mulher que teme o marido ou o marido que teme a esposa, os filhos que temem o pai ou a mãe, os alunos que temem os professores… São temores às situações mundanas, por exemplo, o medo de andar de elevador, o medo do escuro, o medo de tempestades, etc. Incluem-se ainda nesta classe os medos supersticiosos, como o medo de passar embaixo de uma escada, o medo de ver um gato preto cruzar o caminho, o medo do dia 13… Os temores ou medos mundanos originam-se de traumas. Podem desaparecer pela oração de cura interior ou por tratamentos psicológicos adequados.
2) O temor servil é principalmente o medo de ser castigado por Deus, de ir para o inferno. Esse temor é gerado pela idéia de um Deus que nos vigia constantemente, pronto a nos castigar pelas nossas faltas. E isso nos inquieta, agita, deprime. O temor servil pode afastar-nos do pecado, mas é um temor imperfeito, porque não se baseia no amor de Deus.
3) O temor de Deus é filial. É o temor de nos afastar do Pai que nos criou e que nos ama, de ofender a Deus que, por amor, sempre nos perdoa. O filho que ama o pai não quer ficar longe dele nem fazer algo que o possa magoar. É um temor nobre que brota do amor. Um temor filial, perfeito e amoroso.
O temor de Deus é um dom do Espírito Santo que nos inclina ao respeito filial a Deus e nos afasta do pecado. Este compreende três atitudes principais:
1 - O vivo sentimento da grandeza de Deus e extremo horror a tudo o que ofenda sua infinita majestade;
2 - Uma viva contrição das menores faltas cometidas, por haverem ofendido a um Deus infinito e infinitamente bom, do que nasce um desejo ardente e sincero de as reparar;
3 - Um cuidado constante para evitar ocasiões de pecado.
Oração: Concede-me Senhor o Dom do Santo Temor, para que eu seja liberto de todo o temor que me escraviza. Derrama o Teu Espírito Santo sobre mim, para que eu saiba distinguir o que vem de Ti e o que vem do mal, do pecado e das minhas fraquezas. Que eu viva como verdadeiro filho de Deus, por intercessão de Nossa Senhora mulher cheia do santo Temos de Deus. Amém

Conte com as minhas orações.
Padre Luizinho,
Missionário Canção Nova.
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Dom da Piedade

O dom da Piedade produz em nós uma afeição filial para com Deus, adorando-o com amor sobrenatural e santo ardor, e uma terna afeição para com as pessoas e coisas divinas.
Aprimora em nós a virtude da justiça, sob todas as suas formas, a da religião, a da piedade e a da gratidão. Pela virtude da justiça, damos ao outro (a Deus ou ao próximo) aquilo que lhe pertence. Pelo dom da piedade, damos ao outro tudo o que podemos dar, sem medidas.
        
Deus nos trata com piedade. Dá-nos o que necessitamos muito mais do que aquilo que merecemos.
O dom da piedade é auxiliado por duas virtudes teologais: a virtude da esperança e a virtude da caridade. Pela virtude da esperança participamos da execução das promessas de Deus e, pela virtude da caridade, amamos a Deus e ao próximo.
Nosso crescimento no dom da piedade efetua-se em quatro estágios:
1) Coloca em nossa alma uma ternura filial para com Deus nosso Pai: Deus é, acima de tudo, nosso Pai.
2) A piedade nos coloca na alma um filial abandono nos braços do Pai celeste.
3) Faz-nos ver no próximo um filho de Deus e irmão de Jesus Cristo.
4) O dom da Piedade nos leva a devotar amor sincero a todas as pessoas e coisas que estão de algum modo relacionadas com a paternidade de Deus e a fraternidade cristã.

Padre Luizinho,
Missionário Canção Nova.


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Dom da Inteligência


O dom do entendimento, também chamado “dom da inteligência” ou “dom do discernimento” (diferente do discernimento dos espíritos), nos dá uma compreensão profunda das verdades reveladas, sem contudo nos revelar o seu mistério. Só teremos plena compreensão do mistério quando estivermos face a face com Deus
 
Faz-nos ver o que é divino sob a aparência do que é material. Por exemplo, crer em Jesus vivo e real nas espécies eucarísticas, o pão e o vinho. É bem conhecido o milagre de Lanciano ocorrido no século VIII. Um sacerdote, ao consagrar o pão e o vinho, teve uma dúvida de fé: será que eles realmente se transubstanciariam no corpo e no sangue de Cristo? Ocorreu, então, um milagre. O pão transformou-se em carne e o vinho em sangue. Até os nossos dias podem-se ver, em Lanciano, a carne e as gotas de sangue, sem deterioração, o que é uma confirmação de que Jesus está vivo e ressuscitado! Pelo dom do entendimento constata-se a graça de Deus nos sacramentos.
Torna-se claro que no visível oculta-se o invisível. No carpinteiro de Nazaré, reconhecer Deus Salvador. Esse dom nos faz ver nos irmãos a pessoa de Jesus Cristo. Paulo se chamava apóstolo abortivo, porque se considerava o menor dos apóstolos e nem se achava digno de ser chamado apóstolo (I Cor 15,8-9). São Francisco queria que os irmãos o pisoteassem. Santa Teresa se achava extremamente pecadora.
Finalmente, através desse dom, passamos a nos conhecer profundamente e a reconhecer a profundidade de nossa miséria, mas também das qualidades e virtudes que Deus nos deu e que precisamos aprimorar.

Minha benção fraterna.
Padre Luizinho,
Missionário Canção Nova.


Os dons do Espírito Santo nos conduz hoje a falar de outro dom, o dom do Conhecimento pelo qual nos é concedido conhecer o verdadeiro valor das criaturas em relação ao seu Criador.
Nós sabemos que o homem moderno, justamente por causa do desenvolvimento das ciências, é exposto particularmente à tentação em dar uma interpretação naturalista ao mundo. Diante da multiplicidade e da grandeza das coisas e de suas complexidade, ele corre o risco do absolutismo e quase a divinização, a ponto de os tornarem propósitos supremos de suas vidas. Isto acontece especialmente quando se trata de riquezas, prazer e de poder, os quais realmente podem ser obtidas das coisas materiais. Estes são os principais ídolos diante dos quais o mundo muito freqüentemente se prostra.
        
A fim de resistir a tais sutis tentações e curar as conseqüências perniciosas para as quais elas podem nos conduzir, o Espírito Santo socorre as pessoas com o dom do Conhecimento. É este o dom que os ajudam a estimar as coisas corretamente na essencial confiança no Criador. Graças a isto, S. Tomas escreve: que o homem não estime as criaturas mais que elas merecem e não coloque nelas o propósito de sua vida, mas em Deus (ct. “Summa Theol “. II-II, q. 9, um. 4).
Assim ele descobre o significado teológico da criação vendo as coisas como verdadeiras e real, embora limitadas, manifestações da Verdade, Beleza, e do infinito Amor que é Deus, e conseqüentemente ele se sente impelido em traduzir esta descoberta em louvor, canção, oração, e ação de graças. Isto é o que o Livro de Salmos sugere tão freqüentemente e de tantas maneiras. Quem não recorda de alguns exemplos disto que nos eleva a alma a Deus? ” Os céus estão contando a glória de Deus; e o firmamento proclama sua obra” (Salmo 18 [19]:2; cf. Ps 8:2). “Louve o Senhor dos céus, o louve nas alturas…. Louve o, sol e lua, louve as estrelas (Salmo 148:1,3)
Iluminado pelo dom do Conhecimento, o homem descobre ao mesmo tempo a distância infinita que separa as coisas do Criador, sua intrínseca limitação, o perigo que elas podem apresentar, quando, pelo pecado, ele faz uso impróprio delas. É uma descoberta que o conduz a perceber com remorso a sua miséria e o impele voltar com maior impulso e confiança a ele que só pode satisfazer a necessidade do infinito que completamente o assalta.
Esta foi a experiência dos santos; foi também, nós podemos dizer, que a experiência dos cinco Bem Aventurados de quem tive a alegria de elevá-los a honras dos altares hoje. Porém, de um modo muito especial esta foi a experiência de Nossa Senhora que, pelo exemplo de sua jornada pessoal de fé nos ensina a viajar “entre os acontecimentos do mundo tendo nossos corações fixos onde a verdadeira alegria reside” (Oração dos Vinte - primeiros domingo em Tempo Comum).
Clique em comentários e diga em que tipo de conhecimento você se passeia? Deixe seus pedidos de orações.


Vinde Espírito santo e daí-me o Dom do Conhecimento dos Espíritos.

Padre Luizinho,
Missionário Canção Nova.



O dom do conselho, também chamado “dom da prudência”, nos faz saber pronta e seguramente o que convém dizer e o que convém fazer nas diversas circunstâncias da vida. É um dom de santificação que nos faz viver sob a orientação do Espírito Santo.
O dom do conselho nos orienta instantaneamente de forma perfeita. Por ele, o Espírito Santo nos fala ao coração e nos faz compreender o que devemos fazer. Agimos sem timidez ou incerteza. Pelo dom do conselho, falamos ou agimos com toda confiança, com a audácia dos santos.
 
Jesus nos fala o que convém dizer, guiados pelo dom do conselho: “Quando fordes presos, não vos preocupeis nem pela maneira com que haveis de falar, nem pelo que haveis de dizer: naquele momento ser-vos-á inspirado o que haveis de dizer. Porque não sereis vós que falareis, mas é o Espírito do vosso Pai que falará em vós.” (Mat 10,19-20).
Há diversos graus de abertura ao dom do conselho:
No primeiro grau, consegue-se fazer com rapidez e segurança tudo o que é da vontade de Deus nas coisas necessárias para a vida espiritual.
No segundo grau, o dom do conselho nos conduz também nas coisas que não são obrigatórias, mas que são convenientes e úteis para nos levarem a Deus.
No terceiro grau, o dom do conselho nos faz caminhar com segurança, sem tropeços ou timidez, pelos caminhos do Senhor.
Oração: Gloriosíssima Virgem Maria, escolhida pelo eterno Conselho para Mãe do Verbo Humanado, tesoureira das divinas graças e advogada dos pecadores, eu, o mais indigno dos vossos servos, a vós recorro para que me sejais guia e conselheira neste vale de lágrimas. Alcançai-me, pelo preciosíssimo sangue de vosso divino Filho, o perdão de meus pecados, a salvação de minha alma e os meios necessários para obtê-la. Alcançai também para a Santa Igreja o triunfo sobre os seus inimigos e a propagação do reino de Jesus Cristo em todo o mundo. Amém.
Vinde Espírito Santo e daí-me a graça da escuta aos mais suaves conselhos e sugestões de Deus em minha vida. Capacita-me com a docilidade de obedecer as moções e direções que me levarão para Tua santa Vontade. Capacita-me também com a graça de dar bons e santos conselhos aqueles que eu encontrar pelo caminho. Virgem do Bom conselho rogai por nós! Amém

Vinde Espírito Santo, daí-nos o Dom do Conselho!
Conte com as minhas orações.
Padre Luizinho,
Missionário Canção Nova.

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Dom de Cura

Não somos nós que curamos; é Jesus. Cheio do Espírito Santo, Jesus saiu por todas as partes curando. Da mesma forma, o Espírito quer se manifestar em nós - que somos membros do Corpo de Cristo; as mãos, os pés do Corpo Místico de Cristo -, levando cura àqueles que dela precisam. Geralmente pensamos que a cura seja uma coisa extraordinária. Não. Para o povo cristão, a cura que vem por meio de Jesus é algo normal, ordinário. O problema é que a nossa fé foi esfriando. Se o Senhor não tem feito curas, milagres, prodígios e sinais no meio do seu povo, é porque o povo não tem acreditado.
De nada adianta o médico dar um bom remédio ao doente, se depois ele chega em casa e faz o contrário do que foi indicado: não pode beber e bebe; não pode fumar e fuma; precisa deitar cedo e ficar até de madrugada fora de casa; não pode fazer esforço e sair por aí praticando esporte; não pode tomar sereno e não somente tomar sereno como até chuva, e se jogar na piscina… É claro que assim não adianta nada o médico ter dado o remédio. Clique no centro e veja vídeo com Eliana Ribeiro:


O mesmo ocorre com o Senhor: Ele está querendo curar seu povo, mas seu povo infelizmente é rebelde; faz tudo contra Suas leis e mandamentos; e assim se perde pelos descaminhos da vida. A coisa mais importante para sermos curados pelo Senhor e conservados em plenitude de saúde é andar nos seus caminhos.
Grande parte das nossas doenças são chamadas psicossomáticas; são conseqüência de preocupação, ansiedade, angústia, ressentimento, rancor… Causam problemas de estômago, vesícula, rim, coluna, dor de cabeça, problemas respiratórios, pressão alta, baixa… São conseqüências de nossa vida desviada dos caminhos do Senhor.
O dom da cura e o dom da fé estão ligados. Porque acreditamos, oramos pelas pessoas, como Jesus mandou: “Em qualquer casa onde entrardes, dizei: Paz a esta casa. Se ali houver algum doente, orai por este doente. Recebestes de graça, de graça dai” (…). E o Senhor garante: “E a oração da fé salvará o enfermo. E o Senhor o levantará”. Jesus não apenas mandou fazer, mas deu o exemplo. Os apóstolos viam Jesus fazendo constantemente isso. Quando Ele chegou à casa de Pedro, viu que a sogra de Pedro estava doente, com uma febre altíssima. Jesus orou por ela, orou com expectativa, e a cura aconteceu. Era assim constantemente, e os apóstolos aprenderam. Quando foram mandados dois a dois, ao voltarem contaram às maravilhas que o Senhor realizara.
Faça isso: comece a orar pelas pessoas, para que sejam curadas. Não espere juntar uma platéia para começar. Comece em casa. Em geral, é mais fácil começar pelas crianças. Crianças são muito sensíveis, não têm pecado, nem barreiras. A cura acontece muito facilmente nelas. Você vai crescer na fé, orando e vendo a cura se realizar; vai acreditar ao ver que o Senhor cura por meio de nós. O Senhor quer que você acredite nisso. Não é você que vai curar, porque o próprio dom de curar vem do Espírito Santo. É o Espírito que cura; nós somos apenas seus instrumentos.
Então, não tenha receio; comece orando por suas crianças, em casa. Por que não rezar o marido pela mulher e a mulher pelo marido, para serem ambos curados? Dormem juntos; por que não rezar um pelo outro? Não é preciso se envergonhar. O casal deve rezar; e assim, o Senhor fará maravilhas. Quando houver vizinhos doentes, vá visitá-los. Quando as coisas são feitas com simplicidade, funcionam. Ore com simplicidade e expectativa.
Tudo se faz em oração. È a oração que leva à cura. Baseado em S. Paulo, D. João Evangelista Martins Terra explica que “cada cura é um carisma especial”: Jesus, porque ama aquela pessoa, derrama o Seu Espírito sobre ela, dá um carisma especial, para que aquela pessoa seja curada. Aja de acordo com sua fé. Ela será sempre do tamanho de um grão de mostarda: mas, uma vez que Deus lhe deu a fé, aja de acordo com ela; vá a Jesus, receba de Jesus o carisma e leve-o a quem dele precisa. Faça isso, e assegure à pessoa que estiver doente que o Senhor quer curá-la.
Quando acreditamos, o impossível acontece. Não basta que eu acredite; estou pedindo a Deus que você acredite, que lhe seja concedida a certeza da fé, e que você aja de acordo com a fé, porque para Deus nada é impossível. O Senhor quer hoje que nós, por meio dos dons, dos carismas, sejamos os portadores da cura de Deus.

“Obrigado, Senhor nosso Deus! Muito obrigado por tudo o que o Senhor faz, por tudo que o Senhor realiza. Estendi a Tua mão Senhor, pra que se realizem curas, milagres e prodígios em Nome de Jesus Vosso Filho e Senhor Nosso. Amém!”

Minha benção fraterna.
Padre Luizinho,
Missionário Canção Nova.


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Dom Carismático da Fé

A fé é o dom que recebemos no batismo. Ele vai acrescentando em nós, a ponto de se tornar uma fé operativa. Não a fé intelectual: “Eu acredito que Jesus pode curar”, e só. Não; de tal maneira estou convencido do poder curador do senhor, que minha fé me leva a ser instrumento dele.
Tudo isso depende de estarmos no Espírito Santo e permanecermos Nele.
Se pego um copo e ponho nele água, um pouco de azeite, uma rolhinha e um pavio, terei feito uma lamparina de azeite. Se eu pegar só o pavio e lhe puser fogo, em poucos segundos o pavio se consumirá. Mas, deixando o pavio embebido no azeite estará produzindo luz e calor. Conosco é a mesma coisa: tudo depende de permanecermos embebidos no Espírito. E então Ele, que tem todos os dons, manifesta-se em nós conforme a necessidade. Clique no centro e veja vídeo com Márcio Mendes:

Leia a Palavra:
“Quando eles chegaram perto da multidão, um homem aproximou-se dele e lhe disse, caindo de joelhos: “Senhor, tem piedade de meu filho: ele é lunático e sofre muito; cai muitas vezes no fogo ou na água”. Embora eu o tenha trazido a teus discípulos, eles não o puderam curar”. Tomando a palavra, Jesus disse:
“Geração incrédula e transviada, até quando estarei convosco? Até quando terei de vos suportar? Trazei-mo aqui”. Jesus ameaçou o demônio, que saiu do menino, e este ficou curado desde àquela hora.
Então os discípulos, aproximando-se de Jesus, disseram-lhe em particular: “E nós, por que não conseguimos expulsá-lo?” Ele lhes disse: “Por causa da pobreza de vossa fé. Pois, em verdade, eu vos digo, se um dia tiverdes fé do tamanho de um grão de mostarda, direi a está montanha: Passa daqui para acolá; e ela passará. Nada vos será impossível” (Mateus 17,14-20).
Ore agora: Tua Palavra é santa, Senhor. Tua Palavra é a Verdade. Eu quero acolher viver esta Verdade. Acolho, agora, a Tua Palavra. A Tua Palavra é a Verdade. A Verdade está aqui! Eu quero viver esta Tua Palavra AGORA.
Na Bíblia, o episódio que acabamos de ler vem logo depois da transfiguração.
Jesus vai para o alto do monte, e lá se transfigura diante de Pedro, Tiago e João.
Quando ele desce, encontra esta situação: os apóstolos tinham recebido aquele pai, e não conseguiram fazer nada pelo filho dele. Jesus expulsou o demônio, o menino ficou curado e Jesus o devolveu ao pai.
Segue-se então a parte mais importante do Evangelho, no v. 19: Então os discípulos disseram-lhe em particular:
“Por que não pudemos nós expulsarmos esse demônio?”
Ele lhes disse:
“Por causa da pobreza de vossa fé” (Mt 17,20a) Que é isso! Os apóstolos não tinham fé? Nós dizemos: “Claro que tinham!” Eles acreditavam em Jesus, acreditavam que ele era o filho de Deus, acreditavam que Jesus curava, acreditavam que ele expulsava o demônio. Eles acreditavam que o poder de Deus estava em Jesus.
Acreditavam que Deus os estava usando. Prova disso é que foram à frente de Jesus, de aldeia em aldeia, de cidade em cidade, pregando, curando e vendo curas acontecerem.
Eles viram! Portanto, acreditavam. Porém, diante daquela situação, diante do menino naquele estado, não acreditaram. Eles se julgaram muito pequenos para aquilo e Jesus foi claro: “Por causa da pobreza de vossa fé”.

E Jesus continua:
“Em verdade, eu vos digo: se um dia tiverdes fé do tamanho de um grão de mostarda, direis a esta montanha: passa daqui para acolá e ela passará. Nada vos será impossível” (Mt 17,20b).

Vinde Espírito Santo!
Padre Luizinho,
Missionário canção Nova.

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Dom da Sabedoria

Quero abordar agora a necessidade de sabedoria no uso dos dons, porque tem lugar para tudo no nosso coração: cura física, cura interior, libertação… Tem lugar para tudo. De nossa parte, temos de ter a sabedoria de ir colhendo uma coisa depois da outra.
Quando o Senhor nos dá uma palavra de profecia, de ciência, de discernimento ou qualquer revelação, temos de procurar discernir se aquilo que recebemos deve ser dito, quando deve ser dito e como deve ser dito. Porque alguns são afogueados. Receberam um dom, uma palavra de profecia, e a pessoa é tão apressada que já quer dizer. Mas você perguntou ao Senhor se essa palavra de profecia deve ser comunicada? Muitas vezes, trata-se de uma palavra para ser comunicada aos líderes, aos coordenadores, aos encarregados e não ao grupo: Clique no meio e assista o Vídeo.
Imaginem que eu chegue a uma cidade dizendo:
_Preparem-se, porque dentro em breve um terrível terremoto acontecerá aqui, as casas haverão de desabar; preparem-se, preparem o meu povo…
Vejam que confusão. E o povo com medo. Como se preparar?
Diante de uma palavra dessas, o que eu deveria fazer? Primeiro, Orar ao Senhor para saber como e quando o Senhor quer que eu diga, e para quem o Senhor quer que eu diga. Depois de eu ter certeza de ter recebido uma palavra de profecia, tenho de perguntar ao Senhor e, de acordo com a resposta dele, ser dócil, mesmo que isso signifique gestar nove meses essa palavra de profecia dentro de mim. Não quero ser um farmacêutico apressado, não quero matar com os remédios do Senhor. Todos nós temos de ter essa responsabilidade. Quando o Senhor me disser: “Você vai falar a tais pessoas, desse jeito e nessa hora”, aí eu falo. Falo, mesmo que falar me arrebente.
Para que pedir ao Senhor sabedoria no uso dos dons? Para ministrar o remédio certo a nosso povo, para que aquilo que o Senhor quer nos dar não se torne veneno. O Senhor quer que nós vivamos a sabedoria. Vive-se a sabedoria com humildade, com paciência, dando tempo ao tempo, perguntando ao Senhor como, quando e a quem manifestar os seus dons.
Não adianta fazer as coisas que nós achamos boas: “Eu acho…” “Ah, eu pensava…”. O povo diz que de pensar morreu um burro. Não adianta esse “eu pensava, eu achava”. A sabedoria se faz a partir daquilo que o Senhor nos manda fazer. Quando fazemos as coisas segundo nosso entendimento, perdemos a unção: “Porque eu acho, porque eu penso, porque seria melhor, porque o povo me pressionou”.
Mais do que nunca, o Senhor, o Senhor quer nos ensinar a sabedoria. É como se fossemos ovelhas. A ovelha é um animal que não tem sabedoria nenhuma. Os cães tem faro, os gatos são espertíssimos, as aves conhecem as coisas… mas de todos os animais, o mais desprovido de inteligência, sem tino, sem direção, é a ovelha. E a nós, que somos ovelhas, o Senhor quer dar sabedoria. Às vezes pensamos que a sabedoria do Senhor é assim: ele nos dá sabedoria, e ficamos sábios, sabemos tudo. Já sabemos como nos conduzir. O que fazer, o que não fazer, que ordens dar, como educar os filhos, como educar os filhos, como trabalhar, como trabalhar na paróquia, como renovar as coisas na paróquia, como promover a Renovação, como fazer palestras. A pessoa pensa que agora sabe de tudo: “Eu recebi sabedoria…”, e fala até grosso, “porque agora eu tenho sabedoria”. E não é assim.
A sabedoria do Senhor é dada a quem for manso como as ovelhas. A ovelha precisa continuamente da direção do pastor: “Agora é para cá, agora é para lá, agora é mais pra lá, e agora é para cá”.

Derrama sobre mim Senhor o Espírito de Sabedoria!
Padre Luizinho,
Missionário Canção Nova.

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O Dom de Milagres
Ligado à cura está o dom dos milagres. Certas curas são verdadeiros milagres: acontecem imediatamente de maneira extraordinária. O processo de cura é demorado, mas o milagre é imediato. Além dos milagres no campo da cura, há muitos milagres que o Senhor faz em muitos outros campos da nossa vida.
Pela fé carismática, começamos a perceber os milagres acontecendo nas nossas vidas, nos nossos grupos, em nossas comunidades. O que nunca se esperava acontece, o impossível acontece. Clique no centro e assista o vídeo com Diácono Nelsinho Corrêa:
Além da cura, Deus pode fazer milagres em nossa vida. Os santos de que fala o Evangelho foram homens repletos do Espírito, banhados em fé, em suas vidas, por isso milagres aconteceram com eles. A fé está sendo suscitada, e quando temos um povo que acredita que crê na força do Espírito, os milagres de Deus começam a acontecer no meio de nós.
É bom lembrar que Deus não está a nossa disposição como se ele fosse um escravo para atender os nossos pedidos a qualquer momento. A nós o pedido e a Deus, pela sua misericórdia, o realizar. Se ele quer o milagre, ele o fará. É importante frisar que não podemos apoiar nos milagres para termos mais fé. Pois o próprio Deus, já nos deu provas suficientes e concretas de que está zelando por nós. Para um judeu, por exemplo, os acontecimentos do dia a dia são milagres: O nascer do sol, o rio que corre das colinas, o abrir os olhos a cada manhã, o firmamento, a ordem do universo.
Tenha fé! O senhor pode tudo nos vários campos da vida: das finanças, no campo da libertação de vícios, da libertação da prostituição, do adultério. Também no campo da conversão de pessoas que recusam Deus. Ele pode fazer milagres; basta que acreditemos e de seu amor misericordioso.
Monsenhor Jonas Abib
Fundador da Comunidade Canção Nova.

Vinde Espírito Santo!
Padre Luizinho,
Com. Canção Nova.

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TESTEMUNHO DE GLÓRIA PÓLO



 Esse testemunho é fantástico! Mulher atingida por RAIO, e com seus orgãos internos queimados, tem uma experiencia única com o céu, vê seu livro da vida folha por folha e descobre que era uma falsa católica e quantos erros havia cometido. Mas tem uma nova chance de retorno a Terra com uma missão toda particular, divulgar seu testemunho. Vale a pena ler, é fantastico!

Também temos este testemunho em audio, dado por ela mesma em uma palestra. Clique aqui para baixar!

Hoje Livre eu Sou!!! Proclame isso em sua Vida...

Exercícios Práticos para Cura do Ressentimento - Padre Leo

Meus Pais se separaram e agora???

MARIA PASSA A FRENTE...

No primeiro dia do ano a Igreja celebra a festa de Maria Mãe de Deus e dia mundial da Paz. Na virada de ano a noite na celebração da Eucaristia me propuz dar a Deus as primícias do ano de 2010. Junto com as metas que eu trago no meu coração consagrei o ano novo a Nossa Senhora, para que Ela tome a frente de todas as coisas na minha vida e apresente para Jesus realizar o milagre, como fez em Caná da Galileia (cf. Jo 2, 1-10).

Há um tempo venho rezando esta Oração, que continuarei a rezar durante todo este ano novo, em todas as causas, estou partilhando com você para que conheça e possa também crescer na fé e na experiência com a Virgem Maria:
   Maria passa na frente:

Maria passa na frente e vai abrindo caminhos. Abrindo portas e portões, casas e corações. A Mãe indo na frente os filhos estão protegidos e seguem teus passos. Ela os leva sob sua proteção. Maria passa na frente, resolve aquilo que somos incapazes de resolver.

Maria cuida de tudo que não esta ao nosso alcance. Tu tens a Graça para isso. Vai Mãe, acalmando, serenando e amansando os corações. Vai acabando com o ódio e rancores, mágoas e maldições. Vai terminando com dificuldades, tristezas e tentações, vai tirando seus filhos das perdições.

Maria passa na frente e cuida de todos os detalhes. Cuida, protege e ajuda a todos os teus filhos. Maria tu és a Mãe e também a porteira. Vai abrindo o coração das pessoas e a porta dos caminhos.

Maria eu te peço, passa na frente e vai conduzindo, levando, ajudando e curando. Os filhos que precisam de ti, ninguém pode dizer que foi decepcionado por ti depois de ter te chamado e invocado.

Só tu, com o poder do Teu Filho, podeis resolver as coisas difíceis e impossíveis.


A vossa proteção recorremos Santa Mãe de Deus. Não desprezais as nossas súplicas em nossas necessidades, mas livrai-nos de todos os perigos ó Virgem gloriosa e bendita.


Quais são suas metas para o Ano Novo?


Oração: Senhor nosso Deus, que, pela virgindade fecunda de Maria Santíssima, destes aos homens a salvação eterna, fazei-nos sentir a intercessão daquela que nos trouxe o Autor da vida, Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.


Santo e Feliz 2010, minha benção fraterna.


Padre Luizinho,
Com. Canção Nova.